<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6168603890389690550</id><updated>2012-02-16T05:22:34.983-08:00</updated><title type='text'>A Língua da Gente</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://alinguadagente.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alinguadagente.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Lingüística</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05695465781075459138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>10</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6168603890389690550.post-6485918530787731864</id><published>2008-06-26T15:58:00.000-07:00</published><updated>2008-06-26T17:08:04.666-07:00</updated><title type='text'>Regionalismos da Língua e a influência da Mídia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Brasil se observa grandes variações regionais da língua, não que fosse possível esperar algo diferente de um país com aproximadamente 8.500.000 quilômetros quadrados (apenas 20% menor do que todo o território europeu), mas a influência de outras línguas como tupi-guarani, iorubá, banto, castelhano, holandês, francês, árabe, alemão, italiano, inglês e ainda algumas outras é inegável. Chega a ser quase impossível traçar um quadro completo da variação dialetal resultante do contato do português com outras línguas, mesmo que apenas dentro do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda com a expansão da mídia, da qual se esperava grande influência em pró da redução da variação lunguística do país, ainda persiste um contraste gigantesco entre regiões e grupos culturais. Tudo que se acaba por produzir é um sotaque fajuto que representa o falar de determinada porção territorial nacional. Nem mesmo profissionais de emissoras de televisão, que trabalham a voz e a fala conseguem esconder alguns traços de seu sotaque original para assumir (Rede Globo) o sotaque carioca, considerado o mais aceito no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Muito se falava que a televisão iria mudar a fala das pessoas. Depois de 50 anos não aconteceu quase nada disso e o brasil continua tendo enorme diversidade dialetal." - Luiz Carlos Cagliari (departamento de linguística da Unesp).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso sem falar em variações em função do quadro social do país. Em seu livro, Dinah Callo e Yonne Leite, destacam que talvez as diverenças dialetais no Brasil sejam mais socioculturais do que geopolíticas. "Merece consideração se há mais diferenças na maneira de falar de um homem culto e de um analfabeto em um mesmo lugar, do que entre dois brasileiros do mesmo nível cultural, originários de regiões  distantes uma da outra". Muita pesquisa ainda precisa ser feita antes que possamos dizer algo de definitivo sobre as diferentes formas de falar no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6168603890389690550-6485918530787731864?l=alinguadagente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alinguadagente.blogspot.com/feeds/6485918530787731864/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6168603890389690550&amp;postID=6485918530787731864' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/6485918530787731864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/6485918530787731864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alinguadagente.blogspot.com/2008/06/regionalismos-da-lngua-e-influncia-da.html' title='Regionalismos da Língua e a influência da Mídia'/><author><name>Lingüística</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05695465781075459138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6168603890389690550.post-3462024421740025807</id><published>2008-06-26T07:34:00.000-07:00</published><updated>2008-06-26T07:38:09.847-07:00</updated><title type='text'>Saussure e a prioridade do estudo sincrônico</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;E como falar de Lingüística sem falar em Saussure?&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Ele foi um lingüista suíço &lt;span style="" lang="PT"&gt;cujas elaborações teóricas propiciaram o desenvolvimento da lingüística enquanto ciência e desencadearam o surgimento do estruturalismo. Uma das mais importantes colaborações por ele feita foi a distinção estabelecida entre o estudo diacrônico e o estudo sincrônico da língua. O estudo diacrônico da língua é a descrição da sua evolução histórica. Já o estudo sincrônico é a descrição de um determinado “estado” dessa língua “num determinado momento no tempo”. A Lingüística Comparativa se interessava pela diacronia, mas, atualmente, a teoria lingüística considera os levantamentos históricos irrevelantes no estudo de “estados” da língua, já que os estados de uma língua podem e devem ser descritos em seus próprios termos, sem referência a evolução, anterior ou futura. A transformação na língua não é nunca “uma função do tempo” e ocorre por vários motivos diferentes, tantos internos quantos externos, que podem determinar a sua transformação de um “estado” sincrônico para outro. O que mais caracteriza a Lingüística Moderna é o “estruturalismo”, o qual considera cada língua como um sistema de relações, e essa teoria foi elaborada para explicar como o povo usa realmente a língua, por isso deriva da evidência empírica. Assim, Saussure faz a distinção entre sincronia e diacronia como uma consequência da sua convicção de que toda a língua, num certo tempo, constitui um sistema integrado de relações.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6168603890389690550-3462024421740025807?l=alinguadagente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alinguadagente.blogspot.com/feeds/3462024421740025807/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6168603890389690550&amp;postID=3462024421740025807' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/3462024421740025807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/3462024421740025807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alinguadagente.blogspot.com/2008/06/saussure-e-prioridade-do-estudo.html' title='Saussure e a prioridade do estudo sincrônico'/><author><name>Carolina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06915021330111279416</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_0X9DkCVKNlc/R-R4kCyvT9I/AAAAAAAAABU/MyKI4Pfav-o/S220/Nova+Imagem.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6168603890389690550.post-32748584142026220</id><published>2008-06-25T19:09:00.001-07:00</published><updated>2008-06-25T19:09:59.485-07:00</updated><title type='text'>Technorati Profile</title><content type='html'>&lt;a href="http://technorati.com/claim/snhprx8df" rel="me"&gt;Technorati Profile&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6168603890389690550-32748584142026220?l=alinguadagente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alinguadagente.blogspot.com/feeds/32748584142026220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6168603890389690550&amp;postID=32748584142026220' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/32748584142026220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/32748584142026220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alinguadagente.blogspot.com/2008/06/technorati-profile.html' title='Technorati Profile'/><author><name>Carolina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06915021330111279416</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_0X9DkCVKNlc/R-R4kCyvT9I/AAAAAAAAABU/MyKI4Pfav-o/S220/Nova+Imagem.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6168603890389690550.post-4261673081288286789</id><published>2008-06-24T13:25:00.000-07:00</published><updated>2008-12-10T17:56:14.737-08:00</updated><title type='text'>A TEORIA SAUSSUREANA DA LINGUAGEM</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_0X9DkCVKNlc/SGFYpWyAbpI/AAAAAAAAABg/nISd_YRxk5M/s1600-h/Imagem1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_0X9DkCVKNlc/SGFYpWyAbpI/AAAAAAAAABg/nISd_YRxk5M/s320/Imagem1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215547310984949394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;    Para quem olha a imagem ao lado, logo lembra daquelas inúmeras imagens em preto e branco estampadas nos livros escolares ou nas apostilas do pré-vestibular de autores da literatura brasileira ou dos físicos e as suas complexas teorias. Bom, isso não parece tão absurdo. A figura acima é de Ferdinand Saussure e, assim como eu, você deve ter se perguntado: “Sau...o que??”.    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;  O filólogo Saussure (pronuncia-se mais ou menos “&lt;i style=""&gt;sóissir&lt;/i&gt;”) se tornou um importante estudioso no campo da lingüística ao desenvolver a &lt;i style=""&gt;Teoria Saussureana da Linguagem&lt;/i&gt;. Assim como os autores da literatura, utilizou a língua como instrumento de trabalho e então, a usou como objeto principal de estudo. E assim como os físicos, suas teorias também são complexas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt;"&gt;Saussure foi o primeiro estudioso a analisar a natureza da lingüística e tentar estabelecer seus fundamentos. Basicamente, a lingüística estuda a linguagem, seja ela falada ou escrita. Analisa o modo como as pessoas falam ou escrevem sua língua e não preceitua uma regra da maneira como elas deveriam fazer isso. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;A lingüística não é normativa, estuda justamente as transformações sofridas pela língua por uma determinada necessidade de mudança, sem considerar essas transformações melhores ou piores, ou seja, não determina o modo certo ou o modo errado de escrever ou de falar, e sim analisa as adaptações sofridas pela linguagem de acordo com determinados valores e situações.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;A Teoria Saussureana parte das definições de signo, significante e significado. Saussure diz que a linguagem é um sistema de signos, um sistema de convenções. Porém, o signo lingüístico é arbitrário, é a união de uma forma significante e uma forma significada. Não há relação lógica entre uma determinada palavra e o que ela representa.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Bom... Acho que isso não ajudou muito...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;É preciso tentar definir de uma maneira simples esses três conceitos:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 63pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Significante: para Saussure é a &lt;i style=""&gt;imagem acústica&lt;/i&gt;. Isto é, a representação, o símbolo que designa um conceito. Vou usar novamente o exemplo: &lt;i style=""&gt;cachorro&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;dog&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;perro&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;cane&lt;/i&gt; são significantes diferentes (de sistemas lingüísticos diferentes) para se referir ao mesmo animal (ao mesmo significado).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 63pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Significado: para Saussure é o &lt;i style=""&gt;conceito&lt;/i&gt;, a parte inteligível do signo. Ou seja, o que a palavra representa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 63pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Signo: união de uma forma que significa &lt;i style=""&gt;significante&lt;/i&gt; e de uma idéia que significa &lt;i style=""&gt;significado&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Na verdade, ele quer dizer que não há nenhuma ligação natural entre significante e significado. O que conhecemos como cachorro, por exemplo, não se pode explicar o porquê de justamente a seqüência de letras C-A-C-H-O-R-R-O terem sido atribuídas ao determinado animal. Não há explicação natural para isso, foi algo convencionado. Decidiu-se usar essa seqüência de letras para descrever única e exclusivamente esse animal, assim como poderia ter sido usada outra seqüência, desde que se refira àquele animal e não a outra coisa qualquer. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Mas não pára por aí... Como toda teoria complicada... Existem exceções!&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Segundo Saussure, há signos parcialmente motivados...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt;"&gt;As onomatopéias são o caso em que o significante imita algum som. Por exemplo: &lt;i style=""&gt;au-au&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;quack-quack&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;tic-tac&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt;"&gt;Saussure também chama de “motivação secundária” palavras como &lt;i style=""&gt;guarda-roupas&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;sofá-cama&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;lustra-móveis&lt;/i&gt;, que através do significante supõem a sua função.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Além disso, nosso querido Saussure diz que a língua não é uma simples nomenclatura para cada conjunto de conceitos universais, se fosse assim seria fácil traduzir uma língua para outra. Deveríamos apenas substituir o nome francês por um conceito com o nome inglês. Como ele mesmo exemplifica: o francês “aimer” não se traduz diretamente em inglês; deve-se escolher “&lt;i style=""&gt;to like&lt;/i&gt;” (gostar de) e “&lt;i style=""&gt;to love&lt;/i&gt;” (amar). Com isso, ele quis dizer que os significados não são conceitos que já existem, mas conceitos que podem mudar de uma língua para outra.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Minha tentativa foi de tentar fazer entender a base da Teoria Saussureana. Para quem pensou que o mais difícil fosse pronunciar o sobrenome “&lt;i style=""&gt;Saussure”&lt;/i&gt;... Se enganou! Para tentar entender essa teoria é preciso muita atenção e algum tempo disponível de estudo... &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6168603890389690550-4261673081288286789?l=alinguadagente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alinguadagente.blogspot.com/feeds/4261673081288286789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6168603890389690550&amp;postID=4261673081288286789' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/4261673081288286789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/4261673081288286789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alinguadagente.blogspot.com/2008/06/teoria-saussureana-da-linguagem.html' title='A TEORIA SAUSSUREANA DA LINGUAGEM'/><author><name>Carolina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06915021330111279416</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_0X9DkCVKNlc/R-R4kCyvT9I/AAAAAAAAABU/MyKI4Pfav-o/S220/Nova+Imagem.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0X9DkCVKNlc/SGFYpWyAbpI/AAAAAAAAABg/nISd_YRxk5M/s72-c/Imagem1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6168603890389690550.post-6213954535902187650</id><published>2008-06-24T13:11:00.000-07:00</published><updated>2008-06-24T13:17:11.313-07:00</updated><title type='text'>GÍRIAS</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;As línguas, em geral, oferecem muitos problemas para quem não é seu falante nativo. O português não é diferente. Muitos dizem que o português é difícil, mas é tão difícil como qualquer outra língua, em termos gerais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Um dos maiores desafios enfrentados por estrangeiros para falar o português ou qualquer outro idioma, são as gírias e expressões idiomáticas. Há uma diferença enorme entre a língua falada e a língua escrita. Muitas vezes, as palavras usadas nas gírias não têm relação alguma com o seu significado e isso acaba atrapalhando quem está tentando aprender uma nova língua. Quando escrevemos, por exemplo, temos certo cuidado para não usar expressões mais coloquiais como as gírias, preocupação que normalmente não aparece quando estamos falando.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;No Brasil, muitas vezes, sequer entendemos o que uma pessoa de outra região quis dizer. A variedade lingüística é muito grande, a tal ponto de poder parecer outra língua. Cada região possui suas peculiaridades na hora de falar. Isso não é bom nem ruim. È interessante que cada região tenha suas expressões características, até porque o Brasil tem dimensões continentais. Mas, ao mesmo tempo, isso pode dificultar a comunicação entre duas pessoas com uma mesma nacionalidade, o que é, no mínimo, curioso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;As gírias por locais também podem ser encaradas como elementos culturais de um povo. O Rio Grande do Sul, em especial, possui uma série de expressões que se diferem em demasia das variedades faladas em outros lugares do país. Suas origens podem ter relação com outros idiomas, principalmente o espanhol. Aí vão alguns exemplos como demonstração:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Bagual - Potro recentemente domado, arisco, bisonho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Bochinche - Desordem, briga; baile de ínfima classe.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b style=""&gt; &lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Despacito - Devagar, pouco a pouco. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Entrevero - Desordem, confusão de pessoas, mistura&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Guaipeca, cusco - cão vira-lata; cão pequeno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Passar um pito - Repreender, descompor&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Pechada - Choque, encontrão dado no peito&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Peleia - Contenda, briga, disputa&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Querência - Pago, lugar onde se nasceu, o rincão, o lar, a pátria&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6168603890389690550-6213954535902187650?l=alinguadagente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alinguadagente.blogspot.com/feeds/6213954535902187650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6168603890389690550&amp;postID=6213954535902187650' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/6213954535902187650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/6213954535902187650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alinguadagente.blogspot.com/2008/06/grias.html' title='GÍRIAS'/><author><name>Carolina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06915021330111279416</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_0X9DkCVKNlc/R-R4kCyvT9I/AAAAAAAAABU/MyKI4Pfav-o/S220/Nova+Imagem.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6168603890389690550.post-1542159323912582668</id><published>2008-06-24T06:58:00.000-07:00</published><updated>2008-06-24T07:06:23.145-07:00</updated><title type='text'>Entrevista</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Resolvemos fazer algumas perguntas pra professora Lia, de português pra ver esses assutos sob a ótica de alguém que tem contato com outras línguas (trabalha com pessoas de outros idiomas), mas também estuda a gramática e o texto escrito. As respostas foram muito legais!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;1. Formação: Ensino superior completo. Pós-graduação (mestrado) completo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;2. Idade: 33&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;3. Atualmente da aula para graduação (UFGRS), cursos de comunicação social, Biblioteconomia e Administração. Também leciono Português para Estrangeiros na UFRGS.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Considera o português uma língua difícil?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Não. O grau de dificuldade que se possa esperar é o mesmo de qualquer língua.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Você acha que há uma maneira correta de falar?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Não. Pode haver uma maneira mais adequada de falar de acordo com a situação social em que as pessoas estão envolvidas em um dado momento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Quais as maiores dificuldades de ensinar o português aos estrangeiros?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Na minha opinião, a maior dificuldade é dialogar quando as culturas são muito diferentes. Isso acontece quando, por exemplo, a maneira de pensar influencia no trabalho de sala de aula. Alguns alunos trazem experiências muito diferentes de seus países do que acreditam que é uma sala de aula de língua e de como os participantes (alunos e professores) devem agir nesse ambiente. Isso torna muitas vezes o trabalho bem complicado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Que motivo atribui a essa dificuldade?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Diferenças culturais no que se pensa sobre ensino de língua e o que é importante quando se aprende uma língua (e até mesmo o porquê se aprende).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Acredita que a leitura é determinante para escrever bem? Por quê?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Depende do que se lê. Mas minha resposta geral é sim, pois a leitura ajuda a desenvolver as habilidades lingüísticas de compreensão, interpretação, além de lidar com a imaginação e criatividade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Acredita que só a leitura basta para escrever bem?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Não. É preciso também trabalhar muito, esforço para organizar as idéias, revisar e ter inspiração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Qual a língua que você sentiu mais dificuldade para aprender?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Alemão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Que motivo atribui a essa dificuldade?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Sistema pronominal muito diferente do Português. Mas fui aprender quando adulta e acho que isso faz diferença. Se meu pai tivesse se esforçado mais quando éramos crianças, certamente seria outro aprendizado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;O que pensa sobre a reforma ortográfica?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Acho produtiva em alguns pontos, especialmente os que cortam certas “gramatiquices” que só complicam mais ainda a língua escrita, como o hífen.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Como professora, qual a mensagem que deixaria aos alunos que acham o português muito difícil?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:white;"&gt;Que eles devem tentar refletir por que pensam assim e, especialmente, se perguntar que Português é esse que é difícil, que língua é essa...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6168603890389690550-1542159323912582668?l=alinguadagente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alinguadagente.blogspot.com/feeds/1542159323912582668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6168603890389690550&amp;postID=1542159323912582668' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/1542159323912582668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/1542159323912582668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alinguadagente.blogspot.com/2008/06/resolvemos-fazer-algumas-perguntas-pra.html' title='Entrevista'/><author><name>Carolina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06915021330111279416</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_0X9DkCVKNlc/R-R4kCyvT9I/AAAAAAAAABU/MyKI4Pfav-o/S220/Nova+Imagem.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6168603890389690550.post-6111865299252540019</id><published>2008-06-19T14:47:00.000-07:00</published><updated>2008-06-19T14:48:07.698-07:00</updated><title type='text'>Conversa com os chineses!</title><content type='html'>Nessa semana, a professora de português convidou alguns dos seus alunos estrangeiros para participar da atividade com a gente. Foram cinco estudantes chineses, que com muita paciência, responderam a todas as nossas perguntas curiosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando perguntamos sobre o que estavam sentindo mais dificuldade acerca do português, as respostas foram as mesmas: nas gírias. Um deles ainda explicou, entre alguns "tipo", que às vezes são conceitos simples, mas que combinados torna-se muito difícil de compreender. Ainda ressaltou que cada grupo usa as suas expressões pessoais, e por mais que conheça algumas, continua sendo uma questão difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre outras dificuldades, colocaram a pronúncia dos sons de "b / v" e "t / d /",  que para eles não tem muita diferença.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6168603890389690550-6111865299252540019?l=alinguadagente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alinguadagente.blogspot.com/feeds/6111865299252540019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6168603890389690550&amp;postID=6111865299252540019' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/6111865299252540019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/6111865299252540019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alinguadagente.blogspot.com/2008/06/conversa-com-os-chineses.html' title='Conversa com os chineses!'/><author><name>Carolina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06915021330111279416</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_0X9DkCVKNlc/R-R4kCyvT9I/AAAAAAAAABU/MyKI4Pfav-o/S220/Nova+Imagem.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6168603890389690550.post-7182884824367866448</id><published>2008-06-12T11:14:00.000-07:00</published><updated>2008-06-20T05:48:11.856-07:00</updated><title type='text'>Preconceito Lingüístico, por Bagno</title><content type='html'>O “Preconceito lingüístico” foi  escrito por Marcos Bagno, atual professor da UnB - onde atua na graduação e pós-graduação em Lingüística – e coordenador do projeto IVEM (Impacto do Vernáculo sobre a Escrita Monitorada: mudança lingüística e conseqüências para o letramento escolar). O objetivo principal do livro, que, a propósito, foi o precursor deste gênero, é acabar com os “mitos” da língua e com o preconceito lingüístico, que é fruto de uma visão de mundo pequena, inspirada em mitos e superstições que têm como único objetivo perpetuar os mecanismos de exclusão social.&lt;br /&gt;           No livro, Bagno já começa afirmando que a língua falada no Brasil não apresenta uma unidade (o que vem a ser o motivo do mito nº 1), pois, segundo ele, monolinguismo - que é o que vivemos - é diferente de homogeneidade lingüística - que é o que a escola, por exemplo - tenta nos impor. Contudo, sua afirmação não é baseada apenas em sua opinião. Para sustentá-la, o autor cita que os parâmetros curriculares nacionais, publicados pelo Ministério da Educação e do Desporto, admitem que há variedades da língua portuguesa.&lt;br /&gt;           Outra questão abordada pelo autor, é em relação à “dificuldade” que a língua portuguesa (mito nº 3) apresenta em seu aprendizado. Para Bagno, essa dificuldade é apenas aparente, uma vez que todas as línguas apresentam o mesmo grau de dificuldade, e só parece porque a nossa língua escrita difere muito da língua falada.&lt;br /&gt;           Em relação aos “supostos” erros de português que as pessoas cometem (mito nº 4), o autor faz uma crítica considerável. Segundo ele, o problema não está naquilo que se fala, mas, em quem fala o quê, sendo esta então uma questão de preconceito social. Portanto, as pessoas sem instrução não falam tudo errado, apenas diferente, e só são considerados erros porque vêm de pessoas pobres.&lt;br /&gt;           O livro em si é interessantíssimo, mas, talvez, a melhor parte seja a que Bagno acaba com os argumentos do professor e consultor em língua portuguesa Sérgio Nogueira Duarte, que é completamente contrário às afirmações de Bagno.&lt;br /&gt;           A começar, Nogueira, em seu livro Língua viva, afirma que o português de Portugal é mais correto que o nosso - tanto a escrita quanto a fala - e, portanto, melhor (mito nº 2). Existe uma relação de colonização que rege esta questão também. Contudo, para Bagno, essa afirmação é absurda, e para provar isso, o autor nos apresenta o caso dos Estados Unidos. Apesar de ter sido colônia britânica, eles não acreditam que seu inglês seja errado, até porque, se analisarmos as circunstâncias, os Estados Unidos são, no contexto atual, um país muito mais influente que a Inglaterra. Esta mesma comparação pode ser feita entre Brasil e Portugal. Nosso país é noventa e duas vezes maior e quinze vezes mais populoso que Portugal, e temos, indiscutivelmente, mais influência econômica e política. Portanto, não há motivos para desconsiderarmos nossa língua desta maneira.&lt;br /&gt;           Bagno é contra a “higienização” da língua, ou seja, para ele, é importante que não deixemos de levar em consideração seu interlocutor, pois a língua sempre foi algo intrínseco à política e ao social.&lt;br /&gt;           No livro, o autor cita outros mitos, tanto em relação à gramática quanto à sociedade em si, utilizando de argumentos convincentes para “derrubá-los”. A paixão com que Bagno escreve e seu domínio sobre o assunto torna o livro essencial nas prateleiras tanto de interessados nos estudos da língua, quanto ao falantes em geral.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6168603890389690550-7182884824367866448?l=alinguadagente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alinguadagente.blogspot.com/feeds/7182884824367866448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6168603890389690550&amp;postID=7182884824367866448' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/7182884824367866448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/7182884824367866448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alinguadagente.blogspot.com/2008/06/sobre-obra-de-bagno.html' title='Preconceito Lingüístico, por Bagno'/><author><name>Lingüística</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05695465781075459138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6168603890389690550.post-4321306622614382453</id><published>2008-06-12T11:09:00.000-07:00</published><updated>2008-06-12T11:11:08.047-07:00</updated><title type='text'>Documentário Língua</title><content type='html'>O documentário Língua, de Victor Lopes, é um retrato da vida cotidiana de alguns dos milhões de falantes da língua portuguesa. José Saramago pondera que não há uma língua portuguesa, mas línguas em português, e nada mais justo: assistindo ao documentário percebemos a pluralidade de culturas e de costumes dos povos, inviabilizando a inocente idéia de uniformidade lingüística.&lt;br /&gt;A filmagem aconteceu em seis países que têm falantes do português: Brasil, Moçambique, Índia, Portugal, França e Japão. Considerando essa imensidade territorial, as variedades culturais e socioeconômicas dos falantes, compreende-se facilmente que dentro do mesmo idioma, o português, não tem como existir um único modo de fala. São situações e necessidades diferentes, graus de escolaridade e costumes próprios de cada grupo; essa diversidade torna inviável a presença de uma unidade na língua.&lt;br /&gt;O latim deu origem ao português de Portugal, que distanciou-se e formou outra língua distinta. Esse português, na vida dos brasileiros (povo de grande pluralidade cultural), foi transformado em outra língua: no nosso português (repleto de variações em cada região do Brasil). Nenhuma dessas línguas é mais ou menos correta, são simples e inevitáveis variações, que atendem às necessidades de cada comunidade. Essas línguas estão em contínuo processo de “evolução”, de transformação; se modificam com a sociedade, de acordo com as novas necessidades de expressão. Essas mudanças são sinais de que a língua está viva (e ela só é viva enquanto for falada, enquanto for útil pra nossa comunicação).&lt;br /&gt;            Enquanto as cenas mostram o “falar português do povo”, numa riqueza de depoimentos e cenas do cotidiano, algumas personalidades da música e da literatura fazem algumas reflexões. Todo o trabalho configura um mostruário de quanto são distintos os modos de falar dos milhões de habitantes que se expressam em português, cada um na sua realidade (o documentário configura a realidade do vendedor de balas, do jovem “rapper” que sonha em morar nos EUA, do homem que trabalha desarmando bombas. São diferentes tipos sociais que demonstram o mosaico cultural que compõem os falantes da nossa língua).&lt;br /&gt;            É um documentário de grande importância social, pois busca quebrar o antigo conceito de que há um modo correto e único de falar o português. As imagens não deixam dúvida: a diversidade cultural e lingüística existe, é viva e dinâmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acesso um trecho do documentário &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=3SPObOd8b1Q"&gt;Língua, vidas em português&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6168603890389690550-4321306622614382453?l=alinguadagente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alinguadagente.blogspot.com/feeds/4321306622614382453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6168603890389690550&amp;postID=4321306622614382453' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/4321306622614382453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/4321306622614382453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alinguadagente.blogspot.com/2008/06/documentrio-lngua.html' title='Documentário Língua'/><author><name>Lingüística</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05695465781075459138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6168603890389690550.post-2444841004320401211</id><published>2008-06-12T11:05:00.000-07:00</published><updated>2008-06-20T05:47:16.017-07:00</updated><title type='text'>PROPOSTA!</title><content type='html'>Este blog é uma atividade da cadeira de Lingüística, do Curso de Comunicação Social, UFRGS. Aqui, vamos discutir a língua como um sistema que adapta-se às atividades dos usuários. Nenhuma mais rica, ou melhor que a outra, mas igualmente válidas no processo de comunicação.&lt;br /&gt;Acreditamos que perceber a distinção entre língua e gramática (tentativa “artificial” de representação da fala), é o primeiro passo para evitar o preconceito lingüístico, que vem atrelado a muitos outros fatores econômicos e sociais. Acerca disso, desenvolveremos os assuntos fundamentados em autores que reconhecem a lingüística como um objeto de estudo e primam pelo respeito à pluralidade das línguas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O português é um balaio de gatos dos mais diversos tipos; cada um desses gatos é uma variedade do português” (&lt;a href="http://www.marcosbagno.com.br/"&gt;BAGNO&lt;/a&gt;, 1999).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6168603890389690550-2444841004320401211?l=alinguadagente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alinguadagente.blogspot.com/feeds/2444841004320401211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6168603890389690550&amp;postID=2444841004320401211' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/2444841004320401211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6168603890389690550/posts/default/2444841004320401211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alinguadagente.blogspot.com/2008/06/este-blog-uma-atividade-da-cadeira-de.html' title='PROPOSTA!'/><author><name>Lingüística</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05695465781075459138</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
